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  • 30/06/2026
  • Por Fatima Noronha é Wealth Planner com mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro e de capitais. Desde 2005, ministra treinamentos e palestras para investidores, além de cursos preparatórios para os principais exames de certificação do mercado financeiro: Anbima:CPA, C- Pro R e C - Pro I (antigas CPA10, CPA20 e CEA); CFG Ancord: AI (Assessor de Investimentos) e PQO Planejar: CFP CNCI: APIMEC Já treinou mais de 10 mil alunos presencialmente!

Junho de 2026 foi marcado por maior volatilidade e ajuste de posições no mercado brasileiro.

O Ibovespa encerrou o mês em 172.024,12 pontos, com queda de 1,01%, refletindo um ambiente de cautela dos investidores diante do cenário doméstico e internacional. O dólar comercial fechou junho em R$ 5,16, mostrando resistência ao longo do mês e reforçando a sensibilidade do câmbio ao fluxo externo e às expectativas sobre juros. No cenário internacional, o desempenho foi misto.

O Dow Jones fechou o mês em alta, sustentado por papéis ligados a setores mais defensivos e pela continuidade do apetite por risco em parte do mercado americano. Já o Nasdaq apresentou desempenho mais pressionado, em linha com a maior realização em ações de tecnologia e sensibilidade maior a juros.

Entre os destaques positivos do Ibovespa em junho, as maiores altas foram:?Natura (NATU3) +5,18%, Embraer (EMBR3) +2,08%, Engie Brasil (EGIE3) +1,90%, Marfrig (MBRF3) +1,86% e Marcopolo (POMO4) +1,53%. Na ponta oposta, as maiores quedas do mês foram:?Braskem (BRKM5) -3,78%, Assaí (ASAI3) -2,89%, Azzas (AZZA3) -2,72%, C&A (CEAB3) -2,45% e Vamos (VAMO3) -2,34%.

Em síntese, junho reforçou um movimento de seletividade setorial, com rotação de carteiras, pressão sobre ativos mais sensíveis ao ambiente macro e maior atenção ao comportamento dos juros e do câmbio.

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