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  • 23/05/2026
  • Por Fatima Noronha é Wealth Planner com mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro e de capitais. Desde 2005, ministra treinamentos e palestras para investidores, além de cursos preparatórios para os principais exames de certificação do mercado financeiro: Anbima:CPA, C- Pro R e C - Pro I (antigas CPA10, CPA20 e CEA); CFG Ancord: AI (Assessor de Investimentos) e PQO Planejar: CFP CNCI: APIMEC Já treinou mais de 10 mil alunos presencialmente!

Resumo da Semana - 18 a 22 de maio 2026

O período foi marcado por forte volatilidade, com o Ibovespa começando a semana em queda, renovando mínima em torno de 174 mil pontos na terça e depois ensaiando recuperação na quarta, mas voltando a perder força na sexta. Ao fim da semana, o índice fechou em 176.209,61 pontos, com queda acumulada de 0,61% na semana e sexta semana seguida no negativo.

O que moveu o mercado:

O principal vetor foi o aumento da aversão ao risco global, com tensões no Oriente Médio, alta do petróleo e pressão sobre os Treasuries, o que reforçou a cautela nos mercados emergentes.

No Brasil, bancos e ações mais sensíveis a juros ajudaram a pressionar o índice, enquanto Vale também pesou em parte da semana.

Câmbio e exterior:

O dólar teve comportamento misto na semana: caiu forte na segunda-feira, avançou na terça, recuou no meio da semana e voltou a subir na sexta, encerrando perto de R$ 5,03. Em Nova York, o tom também foi defensivo em vários momentos, com investidores reprecificando juros e risco geopolítico.

Leitura para o investidor:

O retrato da semana foi de mercado mais tenso, com menos apetite por risco e maior sensibilidade a notícias externas. Para quem acompanha bolsa brasileira, o sinal dominante foi de cautela: recuperação pontual, mas ainda sem mudança clara de tendência no curto prazo.